PEC da Segurança Pública gera reação de policiais e coloca Hugo Motta no centro das críticas


 A aprovação da chamada PEC da Segurança Pública na Câmara dos Deputados provocou forte reação entre entidades representativas das forças policiais, que apontam perda de direitos e ausência de diálogo durante a tramitação da proposta.

Segundo análise publicada pelo Poder360, representantes da categoria afirmam que policiais civis e outras forças de segurança não foram ouvidos ao longo das discussões, apesar de serem diretamente impactados pelas mudanças previstas no texto.

Entre os principais pontos de insatisfação estão a retirada de garantias consideradas históricas pelas entidades e a falta de debate com profissionais que atuam diretamente no combate à criminalidade. Para os representantes da categoria, decisões estruturais foram tomadas sem a participação de quem está na linha de frente da segurança pública.

Outro ponto que gerou preocupação foi a possibilidade de mudanças na estrutura da segurança pública, incluindo novas atribuições para guardas municipais, o que, segundo entidades, pode gerar conflitos de competência e reestruturação no sistema atual.

Nos bastidores, lideranças policiais têm aumentado a pressão sobre o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, citado por entidades como uma das principais autoridades que conduziram a tramitação da proposta sem ampliar o diálogo com a categoria.


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