O Favoritismo de Cícero Lucena Assusta a Máquina do Poder e Instala o MEDO NA CHAPA GOVERNISTA
O Favoritismo de Cícero Lucena Assusta a Máquina do Poder e Instala o MEDO NA CHAPA GOVERNISTA

O avanço da candidatura de Cícero Lucena ao Governo da Paraíba parece ter provocado um verdadeiro abalo sísmico nos bastidores do poder. O que se vê hoje é uma clara movimentação de nervosismo e medo por parte do grupo governista formado por Lucas Ribeiro, João Azevêdo e Nabor Wanderley, sob a orientação política dos deputados federais Hugo Motta e Agnaldo Ribeiro.
A razão é simples e direta: Cícero Lucena lidera as pesquisas e se consolida como o nome mais forte na disputa pelo Governo do Estado. E liderança em pesquisa, em política, significa uma coisa — poder real de vitória. E isso assusta.
Mesmo com a força da máquina pública, com estrutura administrativa, visibilidade institucional e apoio de grupos políticos tradicionais, Lucas Ribeiro não conseguiu, em nenhum momento, ultrapassar Cícero Lucena nas intenções de voto. Esse é o fato concreto que tira o sono do núcleo político governista.
Diante desse cenário, o que se observa é o velho roteiro da política: quando não se consegue crescer, tenta-se desconstruir quem está na frente. Passa a valer a estratégia de ataques, insinuações, informações plantadas e narrativas para tentar desgastar a imagem de quem lidera.
Enquanto isso, Cícero Lucena segue fazendo o que político forte faz: articula alianças, discute a formação da chapa, dialoga com partidos e trabalha um nome para vice que agregue força política e eleitoral. Nada mais natural dentro de uma eleição majoritária. Só que, quando quem está na frente se organiza, quem está atrás entra em pânico.
Nos bastidores, o clima é de preocupação. Escândalos, investigações, desgaste administrativo e rejeições políticas começam a pesar como âncoras para quem está no poder. E, nesse cenário, cada ataque contra Cícero acaba tendo efeito contrário: fortalece ainda mais sua candidatura perante a opinião pública.
Na política, existe uma regra antiga: quando muitos se unem para atacar apenas um, é porque esse um está muito perto de vencer.
E é exatamente isso que começa a ficar claro na Paraíba. As urnas, como sempre, darão a resposta final. Mas uma coisa já é visível: o favoritismo de Cícero Lucena virou o maior motivo de preocupação dos seus adversários.
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