Crise Política: Escolha da Vice de Lucas Ribeiro Gera Revolta e Declínio Eleitoral, Aponta Análise
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Crise Política: Escolha da Vice de Lucas Ribeiro Gera Revolta e Declínio Eleitoral, Aponta Análise

Declínio Iminente? Candidatura de Lucas Ribeiro em Risco Após Anúncio de Lígia Feliciano como Vice
A recente definição da chapa majoritária para as próximas eleições tem gerado ondas de choque nos bastidores políticos. A escolha da ex-vice-governadora Lígia Feliciano para compor a candidatura de Lucas Ribeiro como vice tem sido amplamente criticada, acendendo um alerta de crise e potencial declínio eleitoral.
Fontes internas e analistas apontam que a decisão, tomada após intensas negociações e vetos a outros nomes considerados mais estratégicos, pode ter sido um tiro no pé. A percepção geral é de que a indicação de Lígia Feliciano não agrega o capital eleitoral necessário para fortalecer a candidatura, gerando descontentamento entre partidos aliados.
A controvérsia se intensifica com a exclusão de outros nomes fortes, como o do presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino, indicado pelo partido Republicanos. Essa decisão, atribuída ao próprio governador e à influência de seu tio, Agnaldo Ribeiro, teria deixado o Republicanos insatisfeito e eleitoralmente fragilizado, conforme informações divulgadas.
Republicanismo Ferido e Vetos Estratégicos Sacodem a Base Aliada
O partido Republicanos, que esperava indicar o nome para a vice-governadoria, viu suas expectativas frustradas. A liderança do deputado federal Hugo Motta manifestou descontentamento com o veto ao deputado Adriano Galdino, percebendo a manobra como um desrespeito à força eleitoral do partido. A exclusão de Galdino, um nome com forte apelo, é vista como um erro estratégico que pode custar caro.
A lista de nomes cotados para vice foi extensa, incluindo deputados como Eduardo Carneiro, Chico Mendes, Rafaela Camaraense, e até mesmo a tenente coronel Viviane Vieira. No entanto, a escolha final recaiu sobre Lígia Feliciano, em uma decisão que remete a estratégias de governos passados e que, segundo relatos, não agradou a base governista.
Lígia Feliciano: Um Nome que Não Agrega Eleitoralmente, Segundo Críticos
A médica Lígia Feliciano, esposa do deputado federal Damião Feliciano e mãe do ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, é descrita por críticos como uma figura com pouca ressonância popular e indiferente ao cenário político. Sua passagem como vice-governadora na gestão de Ricardo Coutinho é classificada como um “desastre político”, alimentando a revolta e a indignação dentro da base aliada.
A escolha de Lígia Feliciano, portanto, é vista como um fator de declínio eleitoral para o governador Lucas Ribeiro. A insatisfação gerada pela indicação pode se manifestar à medida que a campanha avança, com possíveis reações dos nomes vetados e de setores insatisfeitos da base.
Analistas Preveem Reações e Consequências Eleitorais
Analistas políticos experientes consideram a opção por Lígia Feliciano um equívoco do staff de Lucas Ribeiro. A expectativa é que os nomes vetados, embora não se manifestem imediatamente, guardem ressentimentos que poderão vir à tona durante o período eleitoral. O deputado Adriano Galdino, em particular, é apontado como um nome que certamente reagirá em tempo oportuno.
A percepção generalizada é de que Lucas Ribeiro saiu perdendo com a escolha de sua vice. A decisão, que deveria fortalecer a chapa, acabou por gerar tensões internas e questionamentos sobre a estratégia eleitoral, colocando em xeque o futuro da candidatura.
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